Ansiedade ou síndrome do pânico? Entenda a diferença
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Depressão
Uma das dúvidas mais comuns no consultório, respondida sem rodeios.
Publicado em 30 out. 2026 · 2 min de leitura
Texto do Instituto Saber Cuidar · Revisão médica: Dra. Maria Laís de Ávila Lima, CRM-GO 24106 · RQE 16884
“Doutor, se eu começar, nunca mais vou conseguir parar?” Essa é uma das perguntas mais frequentes de quem recebe a indicação de um antidepressivo. O medo é compreensível, e merece uma resposta clara.
Antidepressivos não causam dependência como as drogas. Eles não provocam a busca compulsiva pela substância, nem a necessidade de doses cada vez maiores para sentir um efeito prazeroso.
Isso não significa que possam ser interrompidos de qualquer jeito.
Quando alguns antidepressivos são suspensos de forma abrupta, o organismo pode reagir com sintomas temporários, como tontura, enjoo, irritabilidade, alterações do sono e sensações estranhas no corpo. Isso é chamado de síndrome de descontinuação.
Esses sintomas não são o mesmo que dependência, mas podem ser bem desconfortáveis. Além disso, parar antes da hora aumenta o risco de os sintomas da depressão voltarem. Por isso, a suspensão precisa ser feita com orientação médica, de forma gradual.
Algumas razões ajudam a explicar esse receio:
Nem toda pessoa com sintomas depressivos precisa de medicação. A conduta é definida na consulta, de acordo com o quadro. Quando há indicação, é importante que você saia sabendo:
Se surgirem dúvidas ou efeitos incômodos no caminho, o melhor é falar com o médico antes de mudar a dose ou interromper o uso.
Sintomas depressivos também aparecem em outras condições, como o transtorno bipolar, em que o tratamento é diferente. Por isso a avaliação inicial é tão importante. Leia também: Transtorno bipolar não é só “mudar de humor”.
Quer saber como é o tratamento de depressão no Instituto Saber Cuidar?
Conhecer o atendimentoEste texto é informativo e não substitui uma consulta. O diagnóstico e a conduta são definidos pelo médico, depois de avaliar cada caso.
Agende uma avaliação. Consulta a partir de R$ 270, com convênios BRF e PAX.
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